sexta-feira, 29 de abril de 2011

Com que roupa eu vou?

Quem dera se eu tivesse tempo, grana e o luxo de comprar roupas novas para cada saída.
Quem dera se meu espelho fosse meu Personal Stylist e falasse comigo sempre que eu aparecesse na frente dele depois da troca de roupa.

"Na dúvida nunca acrescente, sempre tire." E foi assim que sai de casa sem brinco, sem cinto, sem anéis e sem colar.

Sou vaidosa, gosto de sair de casa arrumada. Mas estou longe de ficar focada nas tendências para saber se estou ou não na moda.

Minha moda sou eu que faço. Vou de despojada à romântica. Tem dias que estou vestida de "to nem aí" e tem dias que acordo meio Patrícia Poeta! (Dias raros)

Mas uma coisa todas mulheres concordam, seja você a mais despreocupada com moda (como eu) ou você amiga que está ligadona nas tendências, é que quando vamos sair a pergunta é:

Com que roupa eu vou?


É como eu já citei aqui, o seu imenso armário se transforma em uma pequena cômoda de 5 peças de roupas. Se o evento for importante o desespero começa!
Tira tudo do armário!
Experimenta o bolero com uma la foret e acha simples demais. Coloca aquele vestido que usou no aniversário de 15 anos da prima e, claro, acha um exagero e tira logo em seguida!
E aquele jeans que está marcando o culote ou aquele que está "sobrando" no bumbum? Um crime!
Com ou sem decote?
- Chega!! Mãeeee preciso de roupa URGENTE!
Você sai com aquele vestido preto básico super atrasada enquanto a mãe vai até o quarto apagar a luz e se depara com uma cama amontoada de roupas!

Coisas de Mulher...

É Guerra? - Vigilantes da Notícia

Mais um texto meu que vai estar no blog da minha turma de Jornalismo: Vigilantes da Notícia!
Dessa vez eu elogio a postura do jornal A Cidade pela série de reportagens que está fazendo sobre o trânsito de Ribeirão Preto. Segue abaixo a minha opinião:


É Guerra?
O Jornal A Cidade de Ribeirão Preto iniciou dia 28/04 uma série de reportagens sobre o trânsito de Ribeirão Preto. Segundo o editorial não é a primeira vez que eles tratam desse assunto e eles vão cobrar até que o problema seja resolvido.
Está em destaque o crescimento dos números de acidentes na cidade, a pouca quantidade de ônibus e motoristas mal educados e mal preparados no trânsito.
A primeira reportagem fala muito dos números e destaca o crescimento de acidente comparando o ano de 2009 com 2010.
Espero que nas próximas reportagens pegue mais pesado e foque principalmente o transporte público em Ribeirão Preto que não é atualizado há 10 anos. A cidade cresceu e a estrutura é a mesma para o volume de veículos que circulam nela.
Quero que essa série de reportagens dê nome aos responsáveis pelo transtorno no transporte coletivo e mostre os problemas de atraso nos ônibus e projetos mal elaborados.
Será mesmo que o Jornal A Cidade vai tocar na ferida para mudar algo? Será que a Guerra foi declarada?
Vamos acompanhar!
Cris Paulino – 1º Ano de Jornalismo -Barão de Mauá

domingo, 24 de abril de 2011

Plano B

Quando as portas começam a fechar e tudo começa a dar errado me desespero, choro e faço birra. Choro em silêncio, me desespero por dentro e faço birra quentinha na cama...
Parto logo para o Plano B. Se tudo deu errado, por que não posso  tentar de novo em outras maneiras até dar certo?
Eu abomino toda desesperança e falta de fé.
Eu posso, tu podes, nós podemos... Conjugo o verbo "poder" em primeira, segunda ou terceira pessoa. Porque se eu não posso fazer nada sozinha eu arranjo alguém para me ajudar a fazer. Mesmo sendo: Eu posso, Tu, Deus, podes comigo e nós podemos juntos vencer!
Assim seja!
E tenho dito!
Boa Semana à todos!

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Mulher Cazuza

Quando eu converso com alguém, depois de um bom tempo eu percebo que falei demais. Quando eu paro para pensar um pouco eu percebo que falei metade da minha vida. E isso acontece até com desconhecidos. Eu falo demais!

Na hora de colocar o café na xícara eu sempre passo da metade e coloco mais de 8 gotas de adoçante! Eu bebo café demais!

Na lanchonete quando eu vou pedir um lanche, eu nunca fico no básico "X-Salada". Eu sempre peço para acrescentar o Catupiry. Mas na hora da saudável salada eu tenho que transbordar meu prato de folhas e legumes. Apesar da minha eterna dieta, eu como demais. (Isso me lembrou aquele texto, veja aqui - Mas termine esse texto primeiro, ta?).

Eu sou daquelas que precisa tomar pelo menos umas três saideiras para ir embora. Na maioria das vezes eu "fecho" o bar.

Quando eu não gosto eu não sei fazer média. Mas quando eu gosto eu me rendo de amor... me jogo nos braços e me faço a pequenina... Bem pequenina... A desprotegida... Bem desprotegida.... Cuida de mim?


Se for para polemizar eu vou cutucar a ferida de "gente grande". Não gosto de mexer com gente fraca, gosto mesmo de provocar quem pode pagar advogado ou até mesmo um assassino de aluguel. (Eu sei que fantasiei demais).

Não faço o tipo de mulher delicada. Não sou nada miudinha. Sou grande, alta, larga e se um dia eu pesei 50 quilos eu deveria ter uns cinco anos de idade (Deleta isso da sua mente). Sou o tipo de mulher mais ou menos demais. Minhas pernas não são pequenas e nem finas. Não tenho dedos delicados e nem ombros caídos.
Sou forte, tenho porte (mas não ando armada).

Se for para eu sorrir para a foto vou abrir demais o sorriso. Se for para dar um abraço, eu abraçarei bem forte. E se for para gargalhar, eu abaixo, coloco a mão na barriga, fecho os olhos e se a piada for boa eu vou chorar de rir.

E também choro de tristeza. Choro tanto que meus olhos ficam inchados DEMAIS!

Não saio da loja de sapatos com apenas um par. No mínimo eu levo dois e já sai de uma loja com cinco pares de sapato. E também não sei sair com uma peça de roupa de uma loja.

Eu abuso na maquiagem (com glamour) e quando eu contorno os olhos com o lápis preto, gosto de me sentir igual a cantora Maysa.



Mas apesar desse meu jeito Mulher Cazuza: EXAGERADA, eu detesto chamar atenção!
Sou tímida DEMAIS!!!

E tenho dito!!




(Não venha dizer que acreditou quando eu disse que eu sou tímida demais, né?)





segunda-feira, 11 de abril de 2011

Audácias em Jorge de Capadócia

Indicação de Fer Marchioretto, começo a semana espantando todo o mal...
Não foi à toa que tatuei na pele a seguinte frase: "Livrai-me do mal, amém."
Sim fui bem egocêntrica, quero que o mal fique longe de mim. E tatuei nas costas porque sei que o mal age nas nossas costas. 
Assim seja!
"Para que meus inimigos tenham pés e não me alcancem..."
E tenho Dito!

domingo, 10 de abril de 2011

Na hora da tragédia, o que perguntar?

Segue abaixo, um texto que eu fiz para ser postado no blog da minha turma de Jornalismo. Para visualizar o blog clique aqui.


"No último dia 07, um triste fato aconteceu na cidade do Rio de Janeiro. Um rapaz denominado de Wellington entrou em uma escola municipal e atirou covardemente em crianças, matando 12 delas, outras 12 foram feridas e depois se matou.
As crianças mortas tinham entre 12 e 15 anos. Um fato que marcou o Brasil inteiro, houve muita repercussão e jornalistas em peso cobrindo este triste acontecimento.
Mas algo me intrigou muito: Jornalistas de grandes telejornais mostraram muito despreparo na hora de cobrir essa notícia: Muitos fizeram perguntas desnecessárias, impertinentes e amadoras, como por exemplo: “Você chorou?”; “Como você está se sentindo?”
Por incrível que pareça, a segunda pergunta foi feita para mãe de vítimas.
Sei que é impossível não envolver emocionalmente nessa história, mas um bom repórter tem que ter preparo emocional e profissional, saber o que perguntar nesses momentos de tragédia.
O que perguntar em um momento desses? 
O que importa para as pessoas que vão receber a notícia é o que realmente aconteceu, e não o que está acontecendo no íntimo das vítimas. Afinal, não é programa da Luciana Gimenez, certo?
Por isso temos que nos aprofundar em conhecimento, preparo e muita competência para que na hora de cobrir notícias trágicas, não aparecem pérolas e perguntas impertinentes.
Cris Paulino
1º Ano de Jornalismo – Barão de Mauá"


segunda-feira, 4 de abril de 2011

Fundamental é o amor...

Sempre tive vontade de amar alguém de verdade, que combinasse comigo, com meu jeito e que adaptássemos a uma nova rotina.
Mas não encontrei. E olha que tentei muito. Fiz estratégias, jogos, fui eu mesma, agi naturalmente, enfim, eu fiz de tudo.
Como é difícil encontrar a tampa da minha marmita, o todinho para o meu leite e o edredom para meu frio. Como é complicado encontrar essa metade da laranja. Metades que nunca são iguais e parece que não se encaixarão.

Algumas vezes faltou amor e de outras sobrou o amor. Teve vezes que o amor de um era maior e do outro era menor.
Mas o tempo está passando. E por mais que muitos dizem que tenho pouca idade e muito que aproveitar, eu não vejo e nem penso assim. É sempre a mesma história: começo, meio e fim.
Aí vêm as frases de praxe que ouvimos: "Não era para ser!"; "Não fique esperando!"; "Sua hora vai chegar!"; "O que tiver que ser, será!". Há mais frases desse tipo. Acredito que ao todo devem ser 12 típicas frases de calendários!
Outra filosofia do amor que ouvimos é: "não criar (a maldita) expectativa, porque quanto maior a expectativa, maior é a decepção. Mas há quem contradiz que não devemos ser pessimistas.
A verdade é uma só e como diz a música de Tom Jobim: "Fundamental é mesmo o amor. É impossível ser feliz sozinho."

E o que é o amor?
Não sei bem ao certo dizer em palavras, acho que nenhum poeta ou escritor conseguiu essa proeza.
Mas de fato é que ter um amor e ser um amor para alguém é compartilhar os bons momentos, é chegar do trabalho feliz ou descontente e ter alguém que vai nos ouvir sem sermões ou inveja.
Alguém que seja cúmplice de todos os bons e maus momentos. Que seja companheiro na dor, na alegria, nos medos e nas dificuldades do dia-a-dia.
Alguém que não irá desanimar quando as contas apertarem ou quando a maior dificuldade amargurar os dias. E sim, alguém que acredita que ser dois é juntar forças para recomeçar.
Alguém que tenha cheiro protetor e que tenha a pele mais macia do mundo. Alguém que usa o perfume só para te proteger da solidão.
Alguém que elogie sua roupa, seu jeito e até mesmo a comida que preparou.
Alguém que não só te enche de mimos, mas que te repreenda com carinho os seus deslizes.
Para mim é isso. E às vezes me contento de ainda não ter encontrado esse alguém, esse verdadeiro amor. Acredito que o melhor está por vir... e quem sabe seja você, o temperinho  do meu miojo?

domingo, 3 de abril de 2011

Lamento

Tem horas que não dá mesmo para conter os lamentos.
Há momentos que não adianta mascarar a tristeza sorrindo, e nem guardar para si os medos, os anseios e as dúvidas que nos afligem. Tem momentos que a amargura que guardamos para nós transparece em nosso semblante sem controle próprio.
Aí nós desabafamos com amigos ou desatamos a chorar no chuveiro ou até mesmo na cama quente. O choro que muitas vezes lava a alma, os olhos ou até mesmo alivia por alguns momentos é natural de qualquer ser, independente de gênero.
Ainda lembro, como se fosse ontem, da frase que o Mario Covas disse quatro meses antes de seu falecimento:
"Mas, afinal, fora o fato de chorar qual é a outra forma mais digna de demonstrar os seus sentimentos?"
Essas palavras ditas em uma tarde, fez com que eu (aos 12 anos) me sensibilizasse e refletisse pela primeira vez, ao ver em uma figura pública, a humanidade e transparência de um ser humano quando tem vontade de chorar e  não consegue conter. Aprendi que não é preciso ter vergonha de chorar.
Mas depois do lamento vem sempre um abraço ou até mesmo o conforto de dormirmos depois do choro. A fé tem que prevalecer. Não podemos viver só de lamentos, embora seja inevitável esconder sempre o que nos magoa. Mas depois a chuva passa, até o Dilúvio teve fim, e ao amanhecer olhe bem para o sol, olhe bem para o céu. Ainda é possível encontrar o arco-íris e escutar os cantos dos pássaros! 
Não podemos perder a sensibilidade para coisas boas...
Tudo passa...
Já está passando.


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